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  • Foto do escritorPatrícia Candoso

O dilema da cadeira-auto...


É o que se pode chamar uma escolha para a vida, tendo em conta a variedade de cadeiras que existem, e os preços altos que muitas têm, principalmente aquelas com melhores resultados nos testes, que permitem andar contra a marcha, têm isofix... na altura foi uma pesquisa exaustiva de meses mas considero termos tomado a decisão certa. Pesquisei sites, blogs, testes, marcas, grupos de Facebook com mães expert na matéria... e certifiquei-me daquilo que é, atualmente, recomendado.

Faço este post sem qualquer intuito publicitário até porque a nossa cadeira foi paga (um verdadeiro achado em promoção). E era mesmo aquela cadeira que queríamos e não outra, possivelmente oferecida por alguma marca, que muito agradeço, mas aqui tratava-se da segurança da nossa filha. Foi está a nossa opção.

Usámos o ovinho até ao máximo permitido pelo peso e centímetros. Depois queríamos passar para uma cadeira que desse até aos 18kg/4anos, fácil de usar, com isofix, que tivesse bons resultados nos testes, permitisse andar contra a marcha (como é recomendado para a idade e peso que a Clarinha tinha na altura) e não custasse “os olhos da cara”!

Escolhemos a cybex sirona 360 e ficámos muito satisfeitos com a nossa escolha, o facto de rodar torna muito pratica a colocação do bebé, tem duas posições - sentada e deitada - e é muito fácil de colocar no carro, para além de preencher todos os nossos requisitos.

A Maria Clara está neste momento com quase 20 meses e cerca de 11 kg e 90cm, é recomendável que ande contra a marcha. O problema é que, tendo, normalmente, uma família dois carros não há orçamento que permita comprar duas cadeiras topo de gama por isso, esta cadeira fica sempre no meu carro ( onde ela anda quase 100% das vezes) mas no carro do pai ou dos avós anda numa cadeira, com segurança e comodidade, que não faz RF.

Por esse motivo, e experimentando ela a “liberdade” visual que permite viajar no sentido da marcha, começou a chorar, fazer birras e até enjoar no meu carro! E o enjoar chegou mesmo a “vias de facto” com direito a limpeza de estofos e quase uma semana a sentir aquele cheiro... confesso que tenho insistido para que ela continue a andar contra a marcha porque sei que é mais seguro e que o impacto num acidente é menos violento. Mas as viagem de mais de 10 minutos tornam-se impossíveis, e se estou sozinha acabo por fazer a viagem mais stressada e angustiada, com o choro dela.

Experimentámos virar a cadeira ontem e apesar dela adorar tenho dúvidas que seja o mais sensato da nossa parte. Quem partilha deste mesmo dilema? Quem tem esta cadeira também? Aguardo os vossos comentários de ajuda!

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